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Nossa viagem ao Oriente Médio começou, na verdade, pela Europa, em Atenas, Grécia. Embarcamos em Guarulhos num vôo da Iberia rumo a Madrid e de lá, pegamos um outro vôo até Atenas.
 
Em Guarulhos, compramos uma garrafa de vinho no free shop e ficamos tomando no saguão, enquanto esperávamos o vôo.
 
 
 
Ao chegarmos no aeroporto de Atenas, pegamos o metrô até a praça Syntagma (ticket a 7 euros em Set/11). Demora uns 40 minutos . Outra opção um pouco mais barata é pegar o ônibus X95, que sai a cada 15-20 minutos do aeroporto até Syntagma. O X96 vai até o Porto de Piraeus (3 euros).
Nós ficamos hospedados no bairro turístico de Plaka, perto da praça Syntagma e dos principais pontos turísticos de Atenas. O hotel escolhido foi o Hotel Kimon, com serviço simples, mas com ótima localização. Em Atenas, se você quiser ficar bem localizado, vai ter que desembolsar uma graninha porque hotel nos bairros turísticos como Plaka e Monastiraki, por mais simples que sejam, são bem caros.
Deixamos nossas coisas no hotel, tomamos um belo banho e fomos dar umas voltinhas por Plaka. Plaka é super animado, cheio de lojinhas e restaurantes. Estávamos há 1 quadra do agito! Já fui logo experimentar um gyros pita, em homenagem à minha amiga Thaís (viu Thaís, lembrei de você na hora do gyros!)  Andamos, andamos, andamos, comemos em Monastiraki um belo kebab no prato e fomos descansar para o próximo dia.




 
 
Segundo dia:
 
Acordamos cedo, tomamos nosso café e seguimos para a Acrópolis. Fazia muito calor em Atenas. Na Acrópolis, paga-se 12 euros pelo acesso, mas você tem direito a ir em praticamente todas as outras atrações turísticas da cidade. No nosso caso, até sobrou ticketizinhos.

 

Em grego, Acrópolis significa “Cidade no Topo”. Foi construída entre 450 a 330 A.C. Na Grécia antiga, era um distrito de defesa que também reunia os principais prédios administrativos e religiosos da cidade. A Acrópolis é linda, com uma bela vista da cidade. Visitamos o Pathernon, um dos principais templos do complexo, construído entre os anos de 447 e 438 A.C. e que está dedicado à deusa grega Atena, a protetora dos atenienses. Foi construído no governo de Péricles. Posteriormente convertido a igreja cristã do período bizantino e, mas tarde, transformou-se em mesquita. Em 1687 os turcos utilizaram o Parthenon como depósito de pólvora quando Atenas foi cercada pelos venezianos. Uma explosão destruiu grande parte desta obra de arte, até então razoavelmente preservado. 
 
Lá também estão o Templo de Athenas Nike, o Santuário de Eros e Afrodite e Erectheion.

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Depois da Acropolis, fomos visitar outras atrações da cidade, como o Museu da Acrópolis (5 euros – Set/11). Super moderno, com o piso de vidro, onde se podem ver ruínas da cidade antiga. Na parte de cima do museu, tem um restaurante com vista com comida a preços justos e uma linda vista para a Acrópolis.
 
Seguimos até o Portão de Adriano e Templo de Zeus.

 

Depois voltamos e fomos visitar o Teatro de Dionisius e de Herodes, ambos lindíssimos!

Já passava muito da hora do almoço e fomos comer a tradicional Moussaka, numa taverna grega em Plaka, chamada Psili. 



Depois, seguimos para Syntagma para ver o Parlamento e os guardinhas com seus tradicionais sapatinhos, que são muito bonitinhos, por sinal.


Foto da internet

De Syntagma, pegamos o metrô e fomos até o porto de Piraeus, mas não havia muito o que ver e retornamos na mesma hora, parando em Monastiraki, onde andamos por uma área cheia de barzinhos, a qual não havíamos ido no dia anterior.

À noite, fomos passeando até o Bairro Thisseo. Um bairro super movimentado, cheio de bares e restaurantes frequentados só pelos locais. De lá, era possível ver a Ágora e a Acrópolis iluminadas! Havia uma feirinha de artesanatos, mas nada de muito bonito. Voltamos à mesma taverna grega do dia anterior, em Monastiraki, e depois fomos descansar.

 
Terceiro dia:
 
Em nosso terceiro dia em Atenas, fomos até o Mercado Central, no caminho da praça Omônia, onde você encontra diversos produtos gregos, como azeitonas, pistaches, azeites, ouzo, pêssegos gigantes e os deliciosos tomates (como são doces estes tomates gregos…hum, uma delícia).   
 
Do mercado, seguimos até a Praça Omônia, onde tem uma grande Hondos Center, uma das lojas de departamentos mais famosas da Grécia.
De Omônia, tomamos o metrô até Kolonaki, bairro sofisticado da capital grega, cheio de lojas de grife como Dior, Louis Vuitton, Hermés, dentre outras. Este bairro é o poto de partida para subir o Monte Licabeto, mas nós não estávamos a fim de subir. 
 
Voltamos para Plaka, na rua Ermou, coração comercial ateniense. Fui fazer minhas primeiras comprinhas da viagem: comprar umas roupinhas de meia estação porque era provável pegar um friozinho na Turquia. Enquanto eu batia perna pela Ermou, o Alê, claro, foi pra Monastiraki e mais tarde eu fui encontrá-lo para tomar uma cervejinha. Decidimos ir até a Ágora.
 
 
Depois, encanei que tinha que ir em Plaka, perto da Acrópolis, comprar uma estátua grega que tinha visto no dia anterior e que achava estar por um preço x. Bem perto de onde estava, tinham as mesmas estátuas e não quis comprar por estar 2 euros mais cara de onde eu tinha visto. Fui andando, andando, andando, entrando em cada ruela a qual não tinha a menor noção de onde estava, até encontrar um senhorzinho, que foi me guiando até a Acrópolis. Meu Deus, como andei… meus pés estavam cozidos já. Não dava pra ter noção que a Acrópolis estava tão longe de Monastiraki. Depois de andar muuuuuuuito guiada pelo tal senhorzinho,  cheguei na tal loja e, pra minha tristeza, a estátua não era o preço que pensava, mas sim, o mesmo preço da loja de Monastiraki! Que ódio! Andar tanto pra comprar pelo mesmo preço?! Ou pior, pra comprar mais caro porque, como não aguentava mais andar, tive que voltar de metrô!!! Àquela altura, o Alê ficou sozinho em Monastiraki e já estava quase desistindo de me esperar pra comer, quando finalmente apareci. Sentamos numa gostosa taverna grega, pedimos umas porções de tomate recheados com arroz e pinholes, ao molho de tomate e batatas cozidas, com um pão mará e uma cerveja gelada…não precisava de mais nada! Ficamos ali assistindo às pessoas passarem de um lado ao outro, jogando conversa fora, falando da nossa vida, dos planos, enfim, de tudo…Estávamos mortos, mas felizes!
 
E ainda saímos à noite para mais umas voltinhas. Fui jantar na Taverna Vyzantino e comi uma das melhores e mais fartas comidas de toda a Grécia. Por 9,5 euros, comi uma salada grega divina, um quarto de frango assado extremamente macio e suculento, com arroz, uma taça de vinho e sorvete de sobremesa, além de pães regados a um azeite grego delicioso. Uma barbada! Recomendo muito esta taverna, que tem um ambiente super agradável. Pena que não levei minha câmera pra mostrar a foto dos pratos. Comi tanto que quase passei mal! Depois de tanto comer, fui pro hotel arrumar as coisas porque dia seguinte era dia de ir pra Milos e pra tal, teríamos que acordar de madrugadíssima!!!