Saímos de Mykonos num vôo da Aegean Airlines rumo a Istanbul, com conexão em Atenas. No aeroporto de Atenas, tivemos um certo tempinho e fui na alfândega para receber um imposto de uma compra que havia feito em Atenas e dei com a cara na porta. A alfândega estava em greve por 48 horas! Bem, o imposto era de 66 euros e não dava pra deixar pra lá e a minha sorte que, ao final de toda minha viagem de 30 e poucos dias, eu ainda passaria pela Espanha, onde poderia receber meu VAT. Não podemos reclamar, pois foi a única hora que a crise na Grécia nos afetou.

Depois fomos até um McDonald’s “almoçar” e, como sempre, pedimos um Big Mac , mas pra nossa tristeza, a atendente nos disse que tinha acabado a carne (hã?! acabou a carne do McDonald’s do aeroporto internacional da capital grega? Como assim?) Bem, saímos da fila, fomos em outra lanchonete e então decidimos voltar ao McD e comer qualquer outro sanduíche. Aí a moça me reconheceu e falou: agora já tem carne!! Êba….vou poder comer Big Mac! Não entendi bulufas, mas tudo bem!
Nosso vôo saiu pra Istanbul às 14:00h, chegando às 15:30. Do avião já se vê a quantidade de minaretes que aquela cidade tem. Pra quem não sabe, minaretes são aquelas torres compridinhas das mesquitas, onde ficam os alto-falantes que chamam as pessoas pra rezar várias vezes ao dia.
O aeroporto de Istanbul é bem moderno e fácil de se locomover. O free shop é bem grandinho, mas os preços não são tão atrativos. O bom é que você pode experimentar várias delícias turcas grátis rsrs (brasileiro adora tirar vantagem de alguma coisa) . O Alê comprou cigarro Marlboro (10 maços por 26 euros…my God!).

Saímos do terminal internacional, trocamos um pouco de dinheiro na casa de câmbio e fomos até o terminal doméstico, que é ao lado, de onde pegamos um vôo às 18:00h da Turkish Airlines para Denizli, cidade com aeroporto mais próximo de Pamukkale. Nosso vôo acabou atrasando um pouco e chegamos em Denizli 19:30.

Comidinha turca no avião da Turkish. Esta salada foi uma das melhores ue já comi na vida!

Do aeroporto saem ônibus modernos para a estação rodoviária da cidade, de onde se pega os dolmus (pequenas vans) que fazem o trajeto até Pamukkale. A viagem dura cerca de 40 a 60 minutos até a rodoviária. A passagem até a rodoviária custou TL 15,00 por pessoa.

Bem, quando estávamos quase chegando na rodoviária, o ônibus parou na estrada e o motorista disse pra gente descer pra ir pra Pamukkale. De cima do ônibus, vi uma van parada e logo pensei que era uma van da própria empresa e que ali era o ponto certo, mas o ônibus se foi e a tal van, na verdade, era privada. O motorista disse que era 10 TL por pessoa pra ir pra Pamukkale.  Já fiquei brava e falei pra ele que tinha visto que custava 3 TL. Ele me disse que isso foi há 2 anos atrás e que agora, a nova rodoviária de Denizli ficava longe do centro e que não custava mais 3TL. Bem, claro que não acreditei, mas não tínhamos escolha: o que iríamos fazer sozinhos, no meio de uma estrada no interior da Turquia, `aquela hora da noite? Ou entrava na van ou entrava. Não tinha jeito! A questão não era pelo preço, afinal era cerca de R$ 10,00 por pessoa, mas o que eu odeio é ser feita de idiota por este povo que quer tirar vantagem de turista de todo jeito. A vantagem é que em menos de 10 minutos (cerca de 20 km) estávamos em Pammukale, na porta do hotel.
Nós ficamos no Hotel Pamukkale, que reservei pelo Booking.com. O hotel é super simples, mas muito limpo e super bem localizado.
Depois de deixarmos as coisas, saímos para dar umas voltinhas no centro e já olhar passagem para irmos pra Capadócia no dia seguinte. Há várias empresas de ônibus pra Goreme e Urgup, que saem somente à noite. Compramos no escritório da Pamukkale Tours, mas viajamos de Suha.
Ao sair do hotel, o que nos chamou a atenção foi a imensa montanha branca calcária no meio do nada, iluminada à noite e também a quantidade de água que escorre do morro e abastece toda a cidade. À medida que se anda  pela cidade, ouve-se o som das quedas d’água termais que descem do monte. A piscina do nosso hotel estava enchendo com esta água. Água é o que não falta!

Após reconhecer o território, fomos jantar num restaurantinho-bar muito simpático, chamado Kayas Restaurant Bar, que inclusive é recomendado pelo guia Lonely Planet. Comemos um prato tipo  picadinho de carne com cebolas, pimentões e tomates numa espécie de disco de arado, com arroz e pães, que estava uma delícia! Esta culinária turca é mesmo sensacional! Vou me dar bem (ou mal, se engordar demais) rsrs.

Moídos depois deste dia loooongo, fomos descansar para curtir o dia seguinte em Pamukkale!!!
E a conta vem neste bauzinho super fofo!