Camden Town, o mercado que é a cara de Londres!

  Depois de visitarmos os mercados Bricklane e Old Spitafields Market, fomos revisitar Camden Town, um dos lugares mais alternativos da cidade e que, a meu ver, mais tem a cara de Londres. Havíamos visitado Camden em 2009, quando estivemos pela primeira vez na cidade e gostamos tanto que quisemos voltar, mesmo com aquela chuva que não parava mais…   O que mais eu gosto de Camden é saber que ninguém está nem aí pra nada. Você vê todo tipo de gente andando por ali, com os mais diferentes looks e cores de cabelo, cada um mais esquisito que o outro, felizes da vida! É tão comum ver gente assim que, à primeira vista parece estranho e até divertido, mas daí a pouco, as pessoas logo se acostumam.    A feira de Camden é na verdade, um aglomerado de diversas barraquinhas vendendo todo tipo de coisa que se possa imaginar. As barracas e lojas se estendem ao longo da Camden High Street e da Chalk Farm Road. São mais de 150 mil comerciantes reunidos aqui nos finais de semana, vendendo uma infinidade de artigos como roupas de couro baratas (em abundância por aqui), camisetas de estampas divertidas e alternativas, roupas hippie chic, bijoux, e uma diversidade enorme de objetos kitsch, que nem se sabe para que servem. Por aqui encontrei pirulitos de haxixe, os mesmos que vi em Amsterdam.     As fachadas das lojas são também outro grande atrativo. A coisa é quase 3D. Super over, mas super divertida e criativa!     O Camdem Lock é uma área coberta cheia de stands de artesanatos  e objetos diversos. Tem coisa muito bonitinha, mas tem cada coisa horrorosa também! Mas tem alguém que compre, se não, não estaria lá pra vender, certo?   E pertinho dele está uma feira de comidinhas, com todo tipo de comida. Nessa tem até comida brasileira, com feijoada, coxinha e guará antártica, mas acabamos comendo num chinesinho próximo! Barraca de comida indiana, em Camden Town   Com certeza, a feira é mais movimentada nos finais de semana, mas barraquinhas ficam abertas durante a semana toda, das 9:30 às 17:30h. Estando em Londres, não deixe de visitar Camden Town. Você vai se surpreender. Metrô Camden Town. Para ler mais sobre Camden em nossa outra viagem, clique aqui. 

Londres: Feira de Bricklane o Old Sptafields Market

No domingo acordamos cedinho pra ir à Feira de Bricklane e ao Old Spitafield Market. Aliás, cedinho foi bondade minha; acordamos quase de madrugada mesmo!! O Alê é tão ansioso que, estando em Londres, não queria perder um minuto sequer dormindo e me tirou da cama junto com as galinhas para irmos ao mercado, mesmo com aquela chuva e frio que fazia em Londres naquela cinzenta manhã de domingo. Bem, o resultado foi que chegamos tão cedo que nem os feirantes ainda estavam lá rsrsrs. Bricklane fica no coração da comunidade indiana de Londres. Por aqui, o que não faltam são restaurantes baratos de comida indiana e asiática, em geral. O nome Brick lane vem das casinhas de tijolos avermelhados do local (brick é tijolo em inglês, pra quem não sabe). Foi em Bricklane que Jack, o Estripador atacava suas vítimas no filme, o que contribui ainda mais para a decadência da área há umas décadas atrás, mas atualmente, a feira é bem conhecida e é um ótimo lugar para experimentar aquelas comidinhas asiáticas maravilhosas… Por ser uma área de imigrantes, muitos londrinos não gostam de se “misturar” e acabam não vindo por estas áreas.  Bem, ficamos fazendo hora debaixo daquela chuva fina e daquele frio até que as barracas de comidas começaram a abrir. Uma mistura de cheiros e essências orientais veio no ar e foi uma pena que ainda eras muito cedo pra comer um pad thai ou algo do gênero!!  Tem barraquinhas de comida de todos os cantos da Ásia: Tailândia, Singapura, Myanmar, China, Sri Lanka, mas não somente desta parte do mundo. Aqui é possível comer comida jamaicana, mexicana, francesa, italiana…Tá faltando algo do Brasil, não é mesmo? que venda acarajé, brigadeiro e feijoada… A feira de rua mesmo, que acontece todos os domingos das 8-14h na Sclater St e na Cheshire St, nós acabamos por não ver tanto, já que chuva atrapalhou. Vamos ter que voltar. Bem pertinho dali está o Old Spitafields Market, um mercado enorme e coberto com várias barraquinhas de roupas vintage usadas e novas. Mas o mercado não é composto só de roupas. Por aqui há flores… comidas… discos… bijoux e acessórios pra mulherada, como o fascinator, aquele chapeuzinho chi-que-té-si-mo que as finas usam nos casamentos e festas inglesas… itens de decoração e artes diversas… e até objetos fofos com motivos da Inglaterra e família real. Olha que fofo este patinho? E a família real inteira de pijamas? O Old Spitafields Market funciona de seg-sex das 10-16h e aos domingos, das 9-17h. Desça na estação de metrô Liverpool Street e você estará na cara do gol para ir a ambos os mercados! E não deixe de observar as pessoas, no jeito mais londrino de ser…I S2 Londres!!! 

Londres: Comprinhas na Oxford Street e adjacências

Vitrine da Top Shop da Oxford Street Depois de saracotear debaixo de chuva em Notthing Hill, fomos bater pernas na Oxford Street. A Oxford Street é a principal rua de comércio de Londres é nela que estão as principais lojas de moda e souvenirs da cidade. Dá pra achar de tudo por aqui. É aqui também que está a gigante Selfridges, uma das maiores lojas de departamento da Europa, concorrente da Harrod’s, outra gigante inglesa. Dei uma entrada pra conhecer a Shoe Galleries, um andar inteiro só de sapatos, das mais variadas marcas, que foi inaugurado recentemente A mulherada pira nesta loja! De Havaianas a Louboutins, tem sapatos pra todos os gostos e bolsos! Cada sapato lindo de morrer…Mas não caí em tentação e segui adiante… Hellooo, olha o spike aí! E as nossas Havaianas não poderiam faltar… Outra mega loja da Oxford Street, mas com preços bem mais atraentes, é a Primark, uma gigante britânica. Aqui a barganha é enorme, mas muitas coisas de gosto meio duvidoso. O que acho que vale mesmo comprar por aqui são os pijamas, que são fofíssimos e de ótima qualidade! Além do mais, suuuper baratos, coisa de 7 librinhas. Os acessórios também são legais e, às vezes, com sorte, dá pra garimpar boas peças de modinha que a gente não vai querer mesmo que durem a vida toda… Mas o ícone da moda fashion londrina é mesmo a Top Shop, que agora chegou ao Brasil, no shopping JK, em São Paulo. Aqui sim a gente encontra coisas lindíssimas, a preços bem modestos. Confesso que acho bem carinha as coisas da Top Shop e sou mais Zaraaholic do que Topshopaholic, mas ainda assim é mais barato do que muita “boutique” por aqui. E por falar em Zara, ela está por toda parte em Londres, incluindo a Zara Home, loja espetacular de coisas de casa, que fica bem na Regent’s Street, outra rua apinhada de lojas como Armani, H&M, Desigual, Banana Republic, Apple, etc, etc, etc… E em uma ruazinha perpendicular da Regent’s St, está a Carnaby Street, uma ruazinha de pedestres cheia de lojinhas e cafés. Por ali a gente encontra, Diesel, Tommy, Pepe Jeans, Puma e a fofa Pylones de Paris, com seus artigos exclusivos e muito coloridos para cozinhas…Adoro!   Vitrines da Carnaby Street Casinha na Carnaby Street Ao final da Carnaby está a Liberty of London, uma das lojas mais tradicionais e luxuosas da cidade, especializada em tecidos, mas também com vários artigos lindos pra casa, dentre outras coisas, como roupas e acessórios! Liberty of London Para quem procura as lojas de grifes, como Prada, Louis Vuitton, Stella McCartney, Miu Miu, D&G, etc, etc, o endereço é a Bond Street e a Old  Bond Street.  Bem, o dia se foi e nem rendeu tanto assim. Quando se fica rodando em lojas, carregando sacolas pra lá e pra cá, perde-se uma boa parte do dia, mas eu queria muito rodar algumas lojas e fazer umas comprinhas, então já sabíamos que esta tarde seria dedicada a isso. Depois de muito bater pernas, fomos ao pub Lamb e Flag (24 James Street), bem pertinho da Selfridges. Na sequência, “almoçamos” no Trattoria Parmigiana (25 James Street). Ambos muito bons! Amo Londres! S2S2S2

Londres: Feira de Portobello Road "num Lugar Chamado Notting Hill"

Sábado de manhã é dia de quê? É dia de feira….Mas em Londres, isto não significa ir a uma feira qualquer, mais sim, numa das feiras de antiguidades mais famosas e tradicionais da cidade; a feira de Portobello Road, “num lugar chamado Notting Hill”.   Bem, a Feira de Portobello Road, como o próprio nome diz, acontece na Portobello Road, uma das ruas principais do bairro de Notting Hill, bairro este que ficou famoso em 1999, após  ser cenário do filme “Um Lugar Chamado Notting Hill”, protagonizado por Hugh Grant e Julia Roberts. Eu não me perdoava de ter visitado Londres em 2009 e não ter conhecido este  fantástico lugar!        O auge da feira é aos sábados, onde uma multidão de turistas se aglomera nas ruas procurando barganhas e belos artigos de decoração. Desembarcamos na estação de Notting Hill Gate e, logo no começo da rua, já nos deparamos com algumas lojinhas de decoração ao estilo vintage! Fiz algumas comprinhas para minha casa pós reforma e seguimos adiante. Confesso que chuva atrapalhou um pouco, principalmente na hora de fotografar. Um dos musts da feira é a loja Alice’s, repleta de peças fofas pra nossa casa! Lá comprei umas coisinhas lindas pra enfeitar minha cozinha externa, que vai ficar muito fofa, espero! Mas lojas são o que não faltam por aqui…Cada uma com coisinhas mais lindas e simpáticas que as outras… Entramos em uma que era toda decorada de máquinas de costura! Um luxo!  No finalzinho da feira, algumas barraquinhas vendendo vários tipos de comidas e souvenirs londrinos, além de uma grande brechó de roupas vintage! Na volta da feira, fizemos um pit-stop na Aracina, uma pizzaria super fofa que vende pizzas em fatias com um sabor único! Vale a pena conferir!  Uma coisa eu tenho certeza: gostei tanto deste mercado que, com certeza, voltarei aqui sempre que estiver em Londres!

Inglaterra: De volta a Londres!!!

Ahhh, Londres…Falar o que de você, sua linda?!  Voltar a esta vibrante cidade era uma das coisas mais esperadas de toda esta viagem, principalmente pelo meu maridinho, que ama esta cidade mais que todas neste mundo; quer dizer, depois do Rio de Janeiro, claro!   Pisar nesta cidade pela segunda vez foi algo que nos deixou extremamente eufóricos! Tínhamos uma sede enorme de conhecer lugares aos quais não tivemos tempo hábil de conhecer em 2009, além de voltar àqueles que mais gostamos, que nos fazem suspirar até hoje quando falamos nesta cidade….   Chegamos numa tarde ensolarada de sexta-feira. Mas o sol foi só no dia que chegamos e no dia que fomos embora, porque nos outros dias, foi só chuva, sem parar. Fomos recebidos calorosamente! Isto porque ao redor da Goodge Street, onde estava nosso hotel, acabara de haver uma ameaça terrorista e a rua estava toda fechada. Tivemos que dar uma p…volta pra chegar no hotel. E por falar em hotel, escolhemos o Ridgemount Hotel, um simpático B&B, localizado há poucas quadras da Oxford Street e do British Museum. Uma localização privilegiada, perto de muitos pubs e restaurantes. O hotel é um dos mais bem recomendados pelo Trip Advisor e guias de viagem! Super recomendo! Aliás, a Goodge Street é recheada de hotéis, pra quem se interessar em ficar por estas áreas….   Fizemos check-in no hotel e fomos direto ao Hyde Park para conhecermos os jardins de Kensighton Palace, palácio que foi a última residência da Princesa Diana. O mesmo está localizado no Hyde Parker e tem um jardim incrível, que resplandesce na primavera!  Hyde Park Apesar do palácio estar aberto à visitação, nossa visita se restringiu apenas ao lado externo, mais para admirar a vista dos jardins, pois eu queria muito visitar o Borough Market ainda naquela tarde e não poderíamos perder tempo! As flores dão boas vindas à Primavera em Londres Dali, tomamos o metrô até a estação London Bridge e fomos ao Borough Market, que já relatei aqui. Na mesma região do Borough está o Shard, prédio mais alto de Londres e de toda a Europa, com 310 m. Na ocasião da minha visita (abril/12), ainda estava em fase final de construção, mas agora, já está em pleno funcionamento, já que foi inaugurado no início do mês passado.O prédio, de propriedade do Qatar, assim como vários outros em Londres (incluindo a famosa Harrod’s), gerou muitas críticas por “estar no lugar errado”ou “atrapalhar a vista da Torre de Londres e do Parlamento”, segundo opiniões de críticos e especialistas britânicos e até da própria UNESCO.   Shard, prédio mais alto da Europa Na saída do Bourough, atravessamos a London Bridge de onde tivemos uma bela vista da Tower Bridge ao fundo, e fomos para a região conhecida como The City, o coração financeiro da cidade ou o “Wall Street londrino”. Demos de cara com o Leadenhall Market, um pitoresco mercado vitoriano de 1881. Aqui, os executivos da City vêm tomar seus champagnes e outros drinks, acompanhado de deliciosos frutos do mar e muito caviar.   Por ali, encontramos nossos amigos Kate e William, em sua versão Party Masks, que é a sensação do momento na Inglaterra. O Alê praticamente me obrigou a comprar uma máscara da Kate e, num dos dias, tomando uma cerveja num pub, ele pediu pra eu colocar a máscara e me fez pedir pra uma inglesa ao lado tirar uma foto nossa! Quando a tal inglesa viu que eu estava de máscara da Kate, ela caiu na gargalhada e quis tirar uma foto com a máquina dela também. Afinal, não é todo mundo que tem essa mente fértil do meu marido…   Alê e “Kate”.  Vocês não imaginam como eu estava rindo atrás desta máscara…   Mas a grande estrela da City é o Gherkin, o edifício de vidro em forma de diamante, que é um ícone da arquitetura moderna de Londres. Projetado por Normam Foster, chama atenção com seus 180 m de altura. O prédio não está aberto à visitação, mas vale a pena apreciá-lo de baixo, onde ele parece absurdamente ainda mais alto.      Na região, observamos diversas plaquinhas avisando que Londres virou uma cidade toda WiFi, por conta das olimpíadas. E pensar que no Brasil, ainda tem hotéis que cobram (caro) pelo uso da internet! Nada como o primeiro mundo!  Seguimos para a Catedral de St. Paul, pertinho dali, mas tomamos um ônibus, que por sinal, era um ônibus vintage, uma formosura… A Catedral de St. Paul foi o local do casamento da Princesa Diana e o Príncipe Charles. Chegamos na hora em que um belo coral começava. Pena não ser possível tirar fotos do interior da igreja.   Seguimos para o Soho, recheado de barzinhos e pubs refinados. A principal rua do bairro é a Old Compton, principal reduto gay da área.   SOHO Caminhando sentido à Leicester Square, praça dos teatros e cinemas de Londres, passamos pelo Chinatown, que tem como ponto central a Gerrard Street e seus arredores. Ali, uma profusão de aromas orientais provenientes dos muitos restaurantinhos de comida chinesa. Os londrinos encontram aqui opções baratas para comer e visitam a região mais para isto mesmo… Chegamos à Leicester Square, a Times Square londrina. Um dos lugares mais   movimentados de Londres, com seus artistas de rua, cinemas, teatros e casas de shows. Como já era por volta das 18h, rodamos a região à procura de alguns pubs. Fomos em vários como o The Cambridge (93 Charing Cross Road), The Bear & Staff (10-12 Bear Street) e The Salisbury (90 Saint Martin’s Lane), mas o que mais gostamos e que era mais a nossa cara foi o The Round Table (27 Saint Martin’s Ct), onde experimentamos o típico Fish & Chips londrino, que estava delicioso!   E por falar em pubs, em Londres é possível fazer o que eles chamam de Ale Trails, que nada mais é que a visita a vários pubs de uma mesma área, em um mesmo dia. Os principais são o Nicholsons Ale Trail e o London Pub Crawls. Geralmente, todos os pubs estão dentro de um destes dois trails. É possível

Inglaterra: Borough Market, o mercado mais "gostoso"de Londres!

Nesta viagem a Londres, o que eu realmente queria era visitar os mercados da cidade, cujos quais não tive tempo de visitar em 2009, quando estive na cidade pela primeira vez. E assim que chegamos na cidade, numa bela tarde ensolarada de sexta-feira, fomos direto ao Borough Market, um dos mercados mais “gostosos” de Londres, literalmente! O mercado funciona desde 1014, quando um grupo de comerciantes da época se juntou para comercializarem seus produtos, como carnes, grãos e vegetais,  na região que, atualmente, atende pelo nome de Borough High Street. O mercado foi crescendo, crescendo, até que no século XIII, mesmo tendo sido fechado pelo Parlamento Britânico, se firmou como um autêntico mercado após os moradores daquela região se unirem para comprarem seu atual terreno.    Atualmente, mais de 100 stands vendem todo tipo de comida, que vão de frutas e pães a pad thai e sanduíches de carne de pato, com um altíssimo padrão de qualidade, perfeitamente organizado por setores. A especialidade local são os produtos orgânicos, tudo fresquinho, direto da fazenda…   Tem barracas de comida asiática, italiana, espanhola…; pastéis de Belém, lokums e baklavas turcas e muitos tipos de queijos, pães, doces e carnes, pra todos os paladares…Uma experiência gastronômica e tanta… O mercado funciona às quintas-feiras (11 às 17h); sextas-feiras (12 às 18h) e sábados (9 às 17h).   E depois de comer bastante, você ainda pode beber uma típica cerveja inglesa nos muitos pubs dos arredores, como fizemos nós, no The Market Porter abrindo nossa temporada de visitação a pubs em Londres.   O Borought Market está localizado pertinho da London Bridge, praticamente debaixo da ponte. A estação de metrô mais próxima é a estação London Bridge. Com certeza, um lugar imperdível em Londres!!

Inglaterra: Bath, Stonehenge e Windsor

Finalmente o sol deu as caras quando chegamos a Bath, após 2 dias pegando muita chuva nas Cotswolds. Não tinha planos de visitar esta bela cidade inglesa, mas estávamos ali pertinho e ainda era cedo, logo, decidimos entrar pra ver o que tinha na cidade. Pra entrar na cidade, enfrentamos um pequeno trânsito. Deixamos o carro numa rua do centro e fomos caminhando até os Banhos Romanos, o principal ponto turístico da cidade. Compramos os tickets (caro pra dedéu) e lá fomos nós para uma rápida visita! Bath era uma cidade romana, onde Imperador Adriano construiu o primeiro Banho Romano sobre a fonte de água quente que existia na cidade. Depois da expulsão dos romanos, a cidade ficou esquecida por um tempo, até que uma certa rainha começasse a visitá-la para tomar banho em suas águas termais. De repente, Bath caiu nas graças dos nobres de novo, que voltaram a frequentá-la nas férias de verão. Anos mais tarde, tendo a cidade virado uma espécie de “balneário termal de luxo”, os reis britânicos destruíram tudo e construíram uma nova cidade acima das ruínas romanas.   Nos dias de hoje, Bath é considerada Patrimônio Mundial da Unesco e recebe muitos turistas de todo o mundo, ávidos por conhecerem conhecer um pouco da história romana em plena Inglaterra.  A Abadia de Bath é outro ponto turístico muito visitado e fica bem do ladinho dos Banhos Romanos. Sua arquitetura é singular….   E por falar em Catedral, em Bath visitamos uma igreja que, em seu interior, tinha um café. Achei o máximo, mas ao mesmo tempo, estranho… Café dentro da Igreja de Bath Decidimos seguir viagem e passamos pelo The Circus no caminho, um conjunto de 33 casas idênticas construídas em 1754, remetendo à arquitetura do Coliseu. geograph.org Na saída de Bath, pegamos o caminho errado e estávamos quase voltando pra Costwolds quando paramos o carro pra pedir informação. Realmente estávamos do lado oposto e tivemos que entrar em Bath de novo pra poder pegar a rota certa (foi a única hora que o GPS fez falta). Pegamos a A36 e seguimos em direção a Stonehenge, outro Patrimônio da UNESCO. No caminho, paramos na estrada pra comer o pior cachorro-quente de toda nossa vida!   Stonehenge está localizada pertinho de Amesbury, mas a maior cidade por ali é Salisbury. O local é um verdadeiro mistério. Até hoje não se sabe ao certo como e porquê aquelas pedras foram erguidas ali. Uns dizem que era usado por seitas religiosas, mas há quem diga também que foram colocadas por extra-terrestres. Os historiadores acreditam que o círculo de pedras de Stonehenge data de 3.000 A.C., o que aumenta ainda mais o mistério, já que nesta época as ferramentas de trabalho eram muito remotas e feitas de materiais como madeira e ossos. Também acredita-se que a posição das pedras tenha algo ligado com a posição do sol. Não há muito o que fazer por ali, a não ser admirar aquelas pedras. Optamos por nem entrar no circuito e batemos as fotos de fora mesmo. Tomamos a estrada novamente rumo a Windsor, onde havíamos decidido passar a noite. A ideia de dormir em Windsor foi do Alê. Procurávamos uma cidade o mais próxima de Londres possível para ganhamos tempo na manhã seguinte. Windsor foi uma ótima surpresa! Ver a magnitude daquele castelo de perto foi uma experiência e tanta… Chegando em Windsor, já avistamos o Castelo ao longe O Castelo de Windsor, assim como o Palácio de Buckingham, em Londres, e o Palácio de Holyroodhouse, em Edimburgo, são residências oficiais da realeza britânica. Considerado o maior castelo ocupado do mundo, é nele que a Rainha Elizabeth passa a maior parte de seus finais de semana. Por aqui também tem troca da guarda e o castelo também está aberto a visitações, tendo como uma das principais atrações, a visita à Casa de Bonecas da Rainha Maria. Para maiores informações, clique aqui. Deixamos o carro no centro e fomos dar um rolê pela cidade, pra reconhecer território e procurar algum lugar pra passar a noite. Era perto das 18:00 e o comércio estava fechando. A cidade estava vazia àquela hora. O centrinho é muito fofo, com um calçadão onde estão muitas lojas, pequenos cafés e restaurantes e até um mini shopping center. Encontramos esta bela casinha torta pelo caminho… Perto deste shopping havia o hotel Travelodge, mas este tipo de hotel, embora bem barato, é muito impessoal e resolvemos procurar mais um pouco um bed and breakfast aconchegante pra passar a noite. Foi aqui que encontramos o fofíssimo Clarence B&B and Guest House, onde reservamos um quarto por 65 libras, com café da manhã ao estilo inglês. O restinho da noite foi curtindo pubs locais, como o Crosses Corner e o The Criterion, um de frente pro outro com ótimas pints e uma ótima música. Depois comi uma das melhores pizzas dos últimos tempos no Francesco’s Italian.   Dia seguinte, acordamos cedinho e fomos dar mais umas voltinhas ao redor do Castelo e no Rio Thames. Depois seguimos pra Londres, ou melhor, para o Aeroporto de Heathrow, onde entregamos o nosso carro e seguimos de metrô até Londres, tema dos próximos capítulos.

Cotswolds, no coração da Inglaterra!

A região de Cotswolds fica concentrada ao longo de 160 km que vão do sul de Stratford-upon-Avon até o norte de Bath. São um emaranhado de cidadezinhas lindíssimas que nos dá a impressão de termos aberto um livro de contos infantis e, como num passe de mágica, nos transportado para dentro dele, chegando a um mundo mágico, onde as casas parecem de brinquedo e as ovelhinhas parecem de pelúcia! E não pensem que, por ser interior, você vai ver os locais andando de carroças ou charrete, mesmo isto sendo um luxo total na Inglaterra. A região é muito rica e o que se vê são belos carrões de luxo, com um belo inglês no volante.   Na primeira vez que estivemos na Inglaterra, nos concentramos só em Londres por questões de prioridade e tempo, mas desta vez, tínhamos um outro objetivo que não fosse apenas o de retornar à capital inglesa, e sim, o de conhecer seu belo interior. Inicialmente meus planos eram fazer bate-voltas desde Londres até Oxford ou Cambridge, ou qualquer outra bela cidade por perto, mas isto foi até eu descobrir a região da Cotswolds, no maravilhoso blog da Claudia Liechavicius, o Viajar pelo Mundo. E foi assim que descobri esta região e tenho certeza que este post vai ajudar  muitas pessoas a conhecê-la também. Quando vi as fotos da Cláudia, eu não pensei duas vezes e decidi que iríamos pra Cotswolds. Para tanto, o Alê teria que dirigir na mão inglesa, porque esta região, pra ser bem aproveitada, tem que ser de carro! Como contei no post de Stratford-upon-Avon, nós alugamos carro em Birmingham, cidade onde chegamos de trem vindo de Edimburgo, na Escócia, passamos por Stratford-upon-Avon e na sequência, começamos a viagem pela Cotswolds. Colocamos nosso CD do R.E.M. pra tocar e saímos pra desbravar a região. Casinha típica da Cotswolds Uma das maiores dúvidas que tive foi se 2 dias seriam suficientes para conhecer as principais cidadezinhas da região e posso afirmar que não só foi suficiente como ainda até sobrou tempo, que foi muito bem aproveitado em outras cidades como Bath e Windsor, com passagem por Stonehenge, que não estavam no script inicial. Isto porque todas as cidadezinhas são minúsculas, praticamente um vilarejo, e ficam muito próximas umas das outras. E fizemos tudo sem GPS, apenas com meu mapa da Inglaterra e um mapa das região que tinha levado impresso do Brasil. Às vezes pegávamos a direção oposta, mas logo tinha uma plaquinha indicando o caminho certo. Este mapinha aí foi melhor que GPS! Eu também não reservei hotel previamente e deixei pra reservar na cidade onde estaríamos por volta das 18:00h. E então, ao sairmos de Stratford-upon-Avon, tomamos a direção da primeira cidadezinha do nosso trajeto, a bela Chipping Campdem, passando pela pequeniníssima vila de Mikleton, que na hora, eu nem sabia o nome e só depois fui descobrir. Mikleton Em Chipping Campdem, o charme fica por conta das suas casas de pedra em tons amarelo-alaranjado, algumas cobertas de verde, outras de flores, num degradê de encher os olhos! Após uma caminhada pela cidade para algumas dezenas de fotos, seguimos para Broadway, que tem como principal atração a Broadway Tower. Torre da Broadway A chuva não dava trégua, o que atrapalhou um pouco o passeio, mas não diminuiu a beleza e os encantos desta região.       Colado em Broadway está Snowshill, onde a principal atração são seus campos dd lavanda que florescem no verão. Como era primavera, os maciços ainda não estava floridos, mas peguei a foto abaixo da net pra vocês sentirem mais um gostinho do que é esta bela região! Snowshill – Foto internet Pequeno vilarejo de Snowshill Mas nem só de belas cidades vive a região. As estradas da Cotswold são uma atração à parte! A todo instante nos deparamos com ovelhinhas e vaquinhas nos pastos, frutinhas exóticas e campos floridos de canola que faz com que a gente queira parar pelo caminho a todo instante. Nem sempre é  possível, já que muitas vezes as estradas são estreitas, sinuosas e sem acostamentos. Numa das vezes não hesitei e me joguei pelo campo, com direito a um arco-íris de brinde para emoldurar ainda mais esta bela paisagem!!! Nunca tinha visto esta espécie, de faixa branca central Dali seguimos para Stow-on-the-Wold, uma bela e pitoresca cidade, que já foi grande centro de comércio de lã. Não tem como não se encantar…É tudo tão fofo e bem organizado que parece não existir! A Inglaterra é linda demais!!!! Igreja de St. Edward Deixamos o carro na praça principal e saímos caminhando para conhecê-la. A cidade é cheia de antiquários e lojinhas de arte. Por estar localizada numa parte central da cidade, é muito usada como base para explorar a região. Também é uma boa opção para se hospedar, mas nós preferimos seguir um pouco mais adiante (apenas 6km) e dormir em Bourton-on-the-Water. Bourton-on-the-Water é conhecida como a “Pequena Veneza” da Costswold por ser cortada pelo rio Windrush, que deixa a cidade com um requinte a mais! Achamos a cidade mais charmosa do percurso e decidimos que seria nela que passaríamos aquela noite, mas antes mesmo de procurarmos um hotel, fomos dar uma volta pela cidade e procurar algum lugar pra comer. Bem no centrinho, na beira do rio, está o Old Mansion Hotel e dentro dele, um pub super legal! Comemos um frango ao curry super apimentado, tomando uma boa ale e só depois fomos procurar o hotel. Achamos um ótimo Bed and Breakfast, o Lansdowne Villa, por apenas 50 libras, com direito a um ótimo full english breaksfast! Bourton-on-the-Water Muito bem instalados, voltamos ao pub do Old Mansion e lá ficamos até anoitecer, observando o mais puro jeito inglês de ser. O pub estava cheio de senhorzinhos e senhorinhas inglesas, tomando seus aperitivos, ouvindo uma boa música e jogando conversa fora, num clima descontraído de uma bucólica cidade do interior da Inglaterra. Bourton at night! Dia seguinte, depois de um completo café inglês, pé na estrada rumo à Northleach. Mas antes o Alê, que atende

Inglaterra: Stratford-upon-Avon, a cidade de Shakespeare!

Wood Street (rua da Madeira) Saindo de Edimburgo, na Escócia, fomos de trem da Virgin Trains direto pra Birmingham, uma grande cidade ao norte da Inglaterra. A escolha de Birmingham foi porque era a cidade mais próxima da região da Cotswolds de onde se podia chegar de trem direto de Edimburgo. Não tínhamos nenhum pretensão em conhecer a cidade, mas era necessário dormirmos lá por uma noite para no dia seguinte rumarmos à região das Cotswolds. Escolhemos o Hotel Brittania, super bem localizado, bem do lado da Estação de Trem e exatamente na New Street, principal rua de comércio da cidade. Além disso, era cerca de 700 metros da Hertz, locadora na qual havíamos reservado o carro pra desbravar a região. No dia seguinte, muita chuva e frio em Birmingham. Lá vamos nós com nossas malas e uma única sombrinha escocesa, que por sinal não resistiu à sua primeira chuva, desfazendo-se logo na primeira ventania. Chegando na Hertz, uma grande decepção: havia reservado carro com GPS pelo site da Hirecars.com e, para minha surpresa, não tinha GPS disponível. A nossa primeira reação foi, e agora??? Estamos fritos!! Se dirigir num país estrangeiro já tem suas inconveniências, imagina então dirigir num país estrangeiro, de mão inglesa e sem GPS? E pra sair da cidade? Pedimos então um mapa de Birmingham, pra nos localizarmos, mas eles também não tinham. Nossa, eu queria matar aquelas antas da Hertz! Deram-nos apenas um mapa da Inglaterra, excelente por sinal, e nos disseram que poderíamos pegar o GPS na Hertz de Stratford, nosso próximo destino. Mas o pior ainda foi ficar um tempão procurando a Hertz, em Stratford, e descobrir que lá também não tinha GPS!! Que ódio! E pensar que era uma Hertz!!! Imagina se fosse uma locadora mequetrefinha?! Era capaz de não ter o carro!! Horrível!!! Péssimo serviço do site e da Hertz. Bem, sem termos muito o que fazer, o jeito era o Alê encarar a mão inglesa e contar com a co-piloto dele pra ajudá-lo com as placas e mapas. Além de tudo, não tínhamos tomado café e àquela altura do campeonato, após ter passado por tanto stress de encontrar a saída da cidade e a rota certa pra Stratford, eu já nem raciocinava mais de fome! Mas enfim, tudo dá certo no final e, após 1 hora, mais ou menos, chegamos em Stratford-upon-Avon, terra natal de Shakespeare! Depois, com o tempo, vimos o quanto as rodovias inglesas são fáceis de serem percorridas. Tudo é extremamente sinalizado e, com um bom mapa na mão, ninguém precisa de GPS. Stratford-upon-Avon O nome da cidade vem da época em que era uma importante cidade comercial romana (há mais de 1.000 anos atrás) e significa “Estrada sobre o rio Avon”. Rio Avon A cidade é muito fofa, a cara desta região da Inglaterra. Fica há 164 km de Londres e atrai muitos visitantes devido a ser a cidade onde William Shakespeare, seu morador mais ilustre, nasceu, cresceu e está enterrado. Começamos o passeio pela casa onde Anne Hathaway’s, mulher de William, passou sua infância. A casa é super fofa e bem conservada e está numa área mais afastada do centro. Seus belos jardins de tulipas dão um colorido especial ao local, mesmo em dias de chuva.   A história diz que os pais de Anne e William tinham relações comerciais e que por isso, eles se conheceram, se tornaram amigos, começaram a namorar e se casaram. Ela se casou grávida de 3 meses. Ambos eram de família nobre, sendo o pai de William um importante comerciante da época, o que lhe permitiu ter aulas de educação e se tornar um grande, coisa rara para a época. Depois de alguns anos, a família Shakespeare enfrentou algumas dificuldades financeiras e William deixou a cidade e a família em Stratford para tentar a vida em Londres, onde fundou sua primeira companhia de teatro e vindo a ser o William Shakpeare que conhecemos dos romances, como Romeu e Julieta, a mais famosa de suas obras. É dele também a famosa frase: Be or not to be?! That’s the question! (Ser ou não ser? Eis a questão) Já no centro, está a casa onde Shakespeare nasceu, aberta à visitação em troca de algumas libras. Casa onde Shakespeare nasceu No centro, a grande atração são as casinhas em estilo Tudor do século XV, que emolduram as ruas cujos nomes nos remete à era medieval, quando a cidade era um grande mercado: Sheep Street (Rua da Ovelha), Wood Street (rua da Madeira), etc. Sheep Street Wood Street (rua da Madeira) O melhor foi quando achamos uma loja onde TU-DO custava apenas 1 libra!!!! Hahaha, fizemos a festa!! Compramos barras gigantes de Kit-Kat, refri, bolachas, 2 novas sombrinhas (que também não duraram nada) e até um CD do R.E.M., que marcou nossa viagem pela Cotswolds e até agora, quando escuto o CD, lembro desta viagem estupenda!!! Tem coisa que nem deu tempo de comer a viagem toda e está até agora aqui em casa… Escola onde William estudou Acredita-se que por volta de 1613 William tenha retornado a Stratford, vindo a falecer três anos mais tarde. Sua tumba está localizada na Holy Trinity Church. Amamos Stratford! Foi uma pena que a chuva não deu muita trégua e acabamos indo embora mais cedo do que gostaríamos! Mas a nossa aventura pelo interior da Inglaterra estava só começando… Leia também: Cotswolds, no coração da Inglaterra! Inglaterra: Bath, Stonehenge e Windsor Inglaterra: De volta a Londres!!! Inglaterra: Simplesmente, Londres!  

Inglaterra: Simplesmente, Londres!

Prestes a voltar a Londres pela segunda vez, vou contar em um breve post a minha primeira viagem a esta cidade inglesa maravilhosa, realizada em Outubro de 2009, num tour de 24 dias pela Europa. Londres, primeira parada de um tour de 24 dias pela Europa e já fiquei apaixonada! Que cidade linda! Chegamos a Londres num fim de tarde de sábado, em pleno outono europeu.  Tomamos o metrô do Aeroporto de Heathrow até o bairro de Bayswater, onde ficamos hospedados. O bairro é muito fofo, cheio de lojas de souvenir, lanchonetes, supermercados, lojinhas e pubs! Foi uma grande indicação do meu ex-professor e grande amigo, Fama, que morou nesta cidade por anos. Nos hospedamos no Queen’s Park Hotel, simples, mas com tudo que precisamos quando viajamos: uma boa cama e um lugar pra tomar banho. Nosso hotel era bem pertinho do Hyde Park. Como era tarde e estávamos bem cansados, resolvemos ficar por ali mesmo, explorando a região. A primeira impressão que tive de Londres é que a cidade não é tão cara quanto parece, pelo menos nesta região de Bayswater. Por exemplo: um hamburger no Burger King custava cerca de 0,99 pounds; água mineral de 1 L, por 0,30 pounds, menos de R$ 1,00. Esta é uma ótima região para se comprar aqueles típicos souvenirs de Londres! Amei de cara! Bayswater Arquitetura em Bayswater                                                                                          Souvenirs de Londres                                            foto: internet Na manhã seguinte e primeiro dia de exploração, antes que começássemos pelos marcos do turismo na cidade, fomos até o bairro de Camden Town (metrô Camden Town) para conhecermos o Camden Market, uma feira típica londrina. Este bairro é super alterrnativo e tem de tudo um pouco. É aqui que você encontra uma Londres bem autêntica, com punks pela rua, muitos brechós, artistas, lojas de roupas vintage, camisetas com todo tipo de estampa, além de uma feira de comida. O Alê comprou várias camisetas legais aqui. Sem dúvida, um lugar super interessante, que muitos turistas não conhecem ou deixam de lado.  As maiores barraquinhas e lojas estão ao longo da Camden High Street   Detalhe para a loja “Hemp” Muitas pessoas vêm a Camden de barco, pelo Regent’s Canal. Regent’s Canal A feira de Camden ocorre aos domingos e o melhor é chegar cedo!  De lá, seguimos para a área de Westminster (metrô Westminster), onde está o ícone da cidade de Londres: o Big Ben – majestoso, imponente, arrepiante!      Nesta área, também é possível visitar outros marcos da história britânica, como a Abadia de Westminster, o Parlamento Britânico, a London Eye e, claro, o Rio Thames!                                             Parlamento Britânico Dali, seguimos caminhando pelas margens do Thames até a London Bridge, outro ponto turístico da cidade. Quem não quiser ir caminhando, pode pegar o metrô e descer na estação London Bridge .       Já estava escurecendo quando voltamos à região de Westminster para tirarmos fotos noturnas do Big Ben, Parlamento e London Eye. Depois seguimos para Bayswater, onde fomos nos deliciar nos pubs locais. No primeiro dia, fomos no Kings Head (Moscow Road, 33), com ótimas cervejas e comida. Todo mundo assistindo a um jogo de futebol. Já morta de cansada, eu ira embora e o Alê ficava tomando Ales ainda. Como pode a pessoa não ficar cansada? rsrs King Heads Pub Segundo dia em Londres e fomos direto ao Buckingham Palace, o Palácio da família real inglesa. Lá descobrimos que, por ser outono, a troca de guarda ocorre em dias alternados e, naquele dia, não haveria a troca. Tudo bem, ficou pro dia seguinte, mas as fotos aqui estão misturadas. Caminhos que nos levam ao Palácio de Buckingham, pelo St James Park. Depois, seguimos para a St. Paul’s Church (metrô St. Paul’s), igreja onde aconteceu o casamento da Princesa Diana e o Príncipe Charles e uma das mais antigas da cidade. Rio de Janeiro marcando presença nos cabs londrinos À tarde, seguimos para a Oxford Street, creio que a principal rua de comércio da cidade. Aqui você encontra as principais marcas europeias e internacionais. Vale a pena ir na inglesa Top Shop e na Primark, loja ótima pra acessórios, onde tudo é uma verdadeira pechincha. Também super badaladas estão a Regent e a Carnaby St, com lojas de grife e decoração. Vale a pena lamber as vitrines por lá… Vitrines da Oxford Street  Oxford Street Na Oxford Street também está uma das lojas ícones de consumo, a Selfridges, que funciona desde 1909 e tem todo tipo de produto que as mulheres amam!  Ficamos por ali a tarde toda, visitando também a Piccaddily Circus e Trafalgar Square, pontos de encontro de jovens e turistas do mundo todo.                                                                    Piccadily Circus                                            foto internet                                                                        Trafalgar Square                                             foto internet Fim de tarde chegando, voltamos a Bayswater e fomos experimentar um outro pub: o Phoenix (Moscow Road, 51). Adoramos tudo! No terceiro e último dia em

Contando os minutos e os segundos: Escandinávia e UK 2012

Há menos de 2 semaninhas para minha mais nova aventura começar, resolvi fazer um resumo do planejamento da viagem. Ao contrário do que fiz em 2011, onde tirei 30 dias de férias direto pra desbravar o Middle East, este ano dividirei minhas férias em 2 partes e dedicarei ambas ao velho continente europeu, porém por regiões bem diferentes umas das outras. Como estamos indo na primavera européia, escolhi países com atrações que só acontecem nesta estação e outros onde as temperaturas em outras épocas poderiam atrapalhar muito o passeio. Bem, inicialmente a idéia era voltar aos EUA para fazer um novo tour pela Califórnia, mas desta vez, com meu maridinho. Mas por mais que eu queria voltar aos EUA só pra fazer esta viagem, meu coração estava querendo algo novo, por lugares que eu não havia ido antes. Não gosto desta coisa de ir pro mesmo lugar, sempre! Gosto de novidade! Então, esta viagem de primavera não poderia começar por outro país que não fosse a Holanda, já que os jardins de tulipas de Keukenhof, um dos maiores do mundo, só abrem na primavera.                                                                                                                                                                       foto internet Ficaremos 3 dias e 3 noites em Amsterdam, sendo um destes dias dedicado ao Keukenhof. Bem, depois seguiremos pra Estocolmo, na Suécia, umas das principais cidades da Escandinávia, onde ficaremos 3 dias e 3 noites.                                                                                                                                                                                   Foto: bugbog.com A idéia era fazermos as 3 capitais da Dinamarca, Suécia e Noruega, mas ao longo do caminho, após muitas pesquisas em blogs e nas minhas pilhas de guias de viagens, resolvemos deixar a Dinamarca para uma outra ocasião e trocamos Oslo por Bergen, porta de entrada para explorarmos os famosos fjordes noruegueses, um dos lugares mais lindos da terra, que descobri recentemente nos blogs da vida!                                                                                                                                                 Foto: www.viajenaviagem.com Foi difícil achar guia de viagem da Noruega aqui no Brasil. Então, acabei comprando um guia em pdf no site da Lonely Planet. Paguei USD 4,95 pelo capítulo, e baixei no meu computador. Serão 3 dias e 3 noites na Noruega, divindo os dias em: 1 noite em Bergen – 1 noite em Flam – 1 noite em Bergen.                                                                                                                                                                          Foto: facasuamala.com.br Da Noruega, seguiremos para Edimburgo, capital da Escócia, onde por motivos de força maior teremos menos de 24 horas pra desbravá-la, contando com  o tempo que vamos dormir. Isto porque a Norwegian Airlines, companhia low cost escandinava, alterou drasticamente o horário do vôo de Bergen a Edimburgo. Nem tudo é perfeito, né? Por outro lado, ficaremos 1 dia a mais que o previsto na Noruega, onde teremos mais tempo para desbravar a cidadezinha de Flam e suas paisagens fantásticas. Cheguei a pensar em cancelar a visita à Escócia, mas como meu ticket de trem já estava comprado e não era reembolsável, por que não ir? O risco será nos cansarmos mais; porém, por outro lado, será mais um país pra minha lista de lugares visitados no mundo! Resumo 1 noite e menos de 1 dia em Edimburgo.                                                                                                                                                                                        Foto internet Por fim, voltaremos a Londres, uma cidade maravilhosa que estivemos em 2009 e na qual queríamos muito voltar; aliás, era uma condição sine qua nondo Alê neste roteiro. Eu também adorei a idéia, até porque, na primeira viagem, ficamos mesmo no basicão dos pontos turísticos londrinos, mas desta vez, minha programação pra curtir a cidade está intensa, com visitas a mercados e muuuuitos pubs, além de um tempo maior a ser dedicado à região da Oxford Street. Não vejo a hora de comer um autêntico fish and chips londrino, com